Badoer, a lenda

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Eis que, para substituir no lugar de Michael Schumacher como substituto de Slo…er…Zaca…er… Felipe Massa, aparece Luca Badoer. Sim, o incrível, o fantástico, o glorioso Luca Badoer.

Foi tratado como um grande anti-climax pela imprensa internacional. Worstlap discorda integralmente. Hã? Você também concorda com eles? Que absurdo! Vai dizer que você nunca ouviu falar de Luca Badoer? Não?! Audácia! Na opinião de Worstlap, a substituição é positiva e só trás benefícios aos organizadores da corrida.

Luca Badoer é muito mais importante do que Michael Schumacher. Aliás, aqui entre nós. Quem é esse tal Michael Schumacher mesmo? Ah, sim. O amarelão que disse que não aguenta mais correr de Fórmula 1. Aquele que disse que dói tudo, até o seu pescocinho. Que ficou com medo de comprometer a sua biografia por duas corridinhas pela Ferrari. Falou que ficou dodóizinho e nem dirigiu o carro desse ano. Só pilotou o carro de 2007, com o qual até o Kimi Raikkonen foi campeão. Bleh! Como já disse certa vez Ney Matogrosso, “Vira homem!”

Oras! Luca Badoer é mais importante do que Michael Schumacher para a Ferrari, e Worstlap pode provar. Sim. O italiano, nenhum ponto em quase 50 corridas e tal só está nesta situação porque sempre foi sabotado pela Ferrari, que nunca se interessou por pilotos oriundi. Coisa típica de país de terceiromundista com complexo de inferioridade, o que obviamente la nostra Italia nord não é, mas il napolitani são. Mas sabe como é, né, la Rossa é de tutti gli italiani. Da mesma forma, sabemos que Jarno Trulli é o melhor pilot… [Ah, não! Isso não! Dizer que o Trulli é melhor do que alguém é demais. Nem precisa escrever o resto! - o editor].

Afinal, em todos -eu disse TODOS- os títulos conquistados pela Ferrari desde 1979 [faz muito tempo, isso eu posso garantir a você, caro leitor - o editor], ele, Badoer, fazia parte da equipe. Não são poucos, são seis. E num deles -veja só que coisa- o tal supervalorizado alemão não era mais piloto da equipe. O que? Consultor? Ah, se liga, ô! Lógico que a Ferrari só fez isso porque precisava de uma carinha famosa pra promover os seus carros. E, como é óbvio, a responsabilidade pelos títulos não era de Schumacher.

Todos os carros tinham o dedo do grande acertador de carros da equipe, que não era Rubens Barrichello, obviamente. E veja que coisa interessante. Badoer foi contratado em 1998. Um ano depois, o carro ficou tão bom que até o Eddie Irvine quase foi campeão do mundo com um carro da Ferrari. Só não foi porque o amarelão não fez o trabalho de escudeiro direito em Suzuka, e deixou Mika Hakkinen ganhar aquela corrida. Não acreditamos em coincidências.

Falando em Rubens Barrichello, a ligação de Luca Badoer com o eterno brasileirinho que luta contra este mundo cruel é anterior aos anos de martírio de nosso compatriota pela Ferrari. Afinal, o italiano foi o primeiro piloto derrotar Rubens Barrichello numa categoria de acesso. Foi na extinta Fórmula 3000 Internacional, em 1992. O campeão daquela temporada foi Badoer, interrompendo uma trajetória insofismável de Rubinho, que havia conquistado Fórmula Ford, Fórmula Opel-Lotus e Fórmula 3 inglesa em seguida.

Hã? Então a tal maldição alegada por nosso Rubinho dele ser o eterno azarado que sempre termina em segundo começou naquele ano? Não, não. Claro que não. Afinal, ele foi o terceiro daquela temporada, ficando atrás de outra lenda do automobilismo mundial, Andrea Montermini. Mas a equipe de Badoer tinha um nome curioso. Crypton. Como o planeta de onde veio o Super Homem.

Então… Será que é tudo parte de uma conspiração contra o nosso brasileirinho? Será que Luca Badoer é a criptonita que tira os poderes de super piloto de nosso brasileirinho? Será então que Rubens Barrichello poderia ter sido octa-campeão mundial não fosse este verdadeiro complô internacional contra o nosso campeão? Será que é por isso que o eterno piloto 1B fica tão bravo quando se fala em Schumacher, Badoer e Ferrari?

Então será que tudo era uma maldição criada pela passagem de Luca Badoer pela equipe Crypton? E será que ele se livrará desta maldição com a conquista de um ponto por parte de Badoer? Será que, livre da maldição, será que o nosso eterno brasilierinho partirá para a conquista do tão sonhado título?

Ah, não, não… Nem Worstlap acredita mais nisso. Só os caras da Globo e suas associadas…

Ahã… Eu acredito. Acredito mesmo. Sério. Não estou mentindo…

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Então… A Renault foi suspensa e Fernando Alonso não corre no GP da Europa.

GP da Europa que sempre foi um coringa nas mãos de tio Bernie e sempre foi organizado num país que tem uma estrela da Fórmula 1 em alta. Primeiro na Alemanha na era Schumacher e depois para a Espanha, na era Alonso. E foi levada para uma pista de rua, numa cidade que já tem um circuito classe internacional, com a única intenção de capitalizar a Alonsomania.

A Renault também mandou os seus motorhomes para a Espanha apenas por uma coincidência do destino.

A informação de que Romain Grosjean está “avisado” de que deve ser o substituto de Nelson Piquet também deve ser apenas um rumor.

O anúncio de que Michael Schumacher esta com dorzinhas no pescoço e não poderá dirigir uma Ferrari no GP de Valência um dia antes do “julgamento” da equipe Renault -o que poderia reduzir as atenções e a venda de ingressos para a corrida- é só um fruto de uma conjunção astrológica.

É muita coincidência junta, né?

Pô… Vem cá. Os caras querem enganar a quem, hein? A FIA realmente não vai liberar o Alonso? Ah. Pára, né?

Nelsinho e o bilhete azul

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Worstlap só queria entender. Então este tal de Flávio Briatore é um sujeito malvado. Sádico. Que destrói carreiras de pilotos inocentes mas capacitados. E que só contratou Nelsinho para se vingar do pai -que foi um dos poucos a dar um chapéu em Briatore na Fórmula 1.

Mas vem cá. Todo mundo sabe disso, não? Jarno Trulli, Giancarlo Fisichella, Alexander Wurz, Jenson Button, Heikki Kovalainen… Briatore sempre foi o carrrasco dos pilotos. Ainda mais dos que não deram resultados em sua equipe. Veja se Fernando Alonso ou Michael Schumacher reclamam dele…

E, convenhamos, se vender a alma pro diabo era o único caminho para Nelsinho chegar à Fórmula 1, significa que há alguma coisa errada com o ele próprio. Pode ser que ele ache que pilota muito mais do que realmente ele pilota.

Oportunidades não faltaram. Se não nesse ano, no ano passado. Nelsinho até melhorou no fim da temporada, gerando a expectativa de que o brasileiro evoluiria neste ano. Mas, no geral, a participação dele na Renault não foi das mais empolgantes.

Nesse ano, parecia claro que não ia dar nada certo desde o princípio. Primeiro, porque o Briatore tinha se decepcionado com o Nelsinho no ano passado -e o novo menino de ouro da companhia (papel que ele próprio já ocupou um dia) era Romain Grosjean. Depois, pelos próprios resutlados do Nelsinho neste ano -que estiveram longe de comprovar a tese de que ele é um grande piloto.

E, se ele queria carinho, não era do lado de uma víbora como é Briatore que ele ia ter. Se ele ainda tivesse os atributos da Elisabetta Gregoraci, até poderia pedir algo assim do italiano. Mas ele não tem. E, dentro das pistas, Nelsinho não fez o suficiente para manter o seu trabalho.

Quanto ao método de trabalho do italiano, bem… Eles são questionáveis, mas quem foi designado para o trabalho é ele. E, quer queira Nelsinho ou não, ele acabou, certo dia, colocando Fernando Alonso numa vaga e fez dele um campeão do mundo num carro da Renault -algo que a fabricante francesa nunca havia conseguido por meios próprios.

Assim, não adianta falar para os quatro ventos que Briatore é um sujeito inescrupuloso, malvado, sem ética. Isso o mundo da Fórmula 1 sabe. O próprio pai do piloto sabe, já que se gaba de ter sido um dos poucos a ter passado a perna no sujeito. O problema é o próprio Nelsinho se fazer de vítima, achando que está com a razão em reclamar. Mostra uma certa falta de maturidade dele.

Parem o mundo…

besteiras 1 Comment »

…que Worstlap quer descer.

O mundo está acabando, é o que podemos adiantar. Os sintomas?

- Jenson Button, Mark Webber e Sebastian Vettel brigando pelo título. Vale lembrar que eram, até o começo do ano, dois pilotos que haviam ganho apenas uma prova -ambos em condições especiais- e um que nunca havia vencido.

- Termos visto sangue na Fórmula 1.

- Pilotos serem demitidos no meio da temporada da Fórmula 1. E pior. Seus substitutos chegarem para a principal categoria do automobilismo mundial sem experiência prévia.

- Um piloto aposentado há três anos voltar à Fórmula 1.

- Um piloto sete vezes campeão do mundo pede treinos para aprender a pilotar e um piloto novato vai para a pista sem experiência anterior.

- Um piloto ver a sua equipe suspensa e não poder disputar o seu Grande Prêmio “de casa”.

- Ferrari e Williams trocando agulhadas via imprensa. Uma quase sendo chamada de “sem vergonha”, a outra chamada de “ranheta decadente”.

- A saída de uma equipe não ser um assunto tão importante para a Fórmula 1.

- O “Pacto de Concórdia” ter sido assinado.

- O WRC com boas notícias.

- Juan Pablo Montoya quase ganhando corridas na Nascar -e duas seguidas!

- Sarney, Collor e Lula na mesma foto -sorrindo.

Vamos puxar a cordinha.

Elevador #5

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Final de semana cheio…

Sobe

Felipe Massa
Por motivos óbvios. Pelo menos, poderá contar a história para o Felipinho [aqui entre nós... Nada contra, mas é uma falta de criatividade, hein? - o editor]

Lewis Hamilton
Que voltou a vencer depois de 10 corridas.

FOM
A geradora da corrida, mostrou a sra. Hamilton [Nicole Sushrlksjefnkljancekjsndklfjnsder, vocalista do Pussy Cat Dolls - o editor] em grande parte da corrida.

Andrea Dovizioso
Que ganhou. Ok. Rossi, Lorenzo e Stoner enfrentaram problemas. Mas Dovi não caiu como o Jorge Lorenzo e o Valentino Rossi, não amarelou como o Capirossi e outros, e deu volta no Casey Stoner. Tá bom, não?

Desce

Rubens Barrichello
Até quando não tem culpa, sobra pra ele.

Brawn
Esperava ir melhor do que na Alemanha e foi pior do que nunca.

Enviados especiais brasileiros para o GP
Que esperavam ficar um fim de semana e estão em Budapeste desde então.

FOM
Que ficou mostrando o sr Hamilton [o papa Hamilton, segundo o grande Galvão Bueno - o editor].

Galvão Bueno
Mais uma vez deu razão aos que o chamam de pé frio.

Hamilton é gênio!

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Worstlap sempre torceu por Lewis Hamilton. E, mesmo nos momentos de maior dificuldade, sempre demonstrou apoio a este grande campeão. Genial é a única palavra capaz de descrever a grande participação deste as no volante (sic) na etapa húngara da Fórmula 1.

Hamilton, como sempre aconteceu, não teve um carro bom na mão. Isso é culpa da Mclaren, que, como sabemos, não é capaz de fazer um carro vencedor desde a era Hakkinen. E só fez o carro vencedor pro finlandês por remorso, depois de quase ter matado o pobre coitado. Em Hungaroring, como pudemos testemunhar, Hamilton tinha um carro pior do que os seus adversários. E, mesmo assim, fazia voltas segundos mais rápido do que seu companheiro de equipe -que, obviamente, tem o mesmo equipamento que ele.

Worstlap sempre soube que Lewis Hamilton não é mais um inglês enganador, como é Jenson Button, que, a cada corrida que passa, mostra como é capaz de perder um título praticamente ganho. O que? Hamilton quase perdeu o título do ano passado em uma situação parecida? Isso é uma inverdade, como todos sabemos. Sabemos que a Ferrari tinha um carro muito superior ao de Hamilton, e que, mesmo sob enormes dificuldades e tendo o mundo contra si, o inglês conseguiu vencer o brasileiro.

Hamilton é um dos grandes da história. Nobre. O título da temporada passada apenas comprova isso. O que? Mentiroso? É outra inverdade. O pobrezinho foi ludibriado por sua própria equipe, sendo obrigado a dizer coisas que não quis falar.

Hamilton é um gênio. E fazer a pior defesa de campeonato desde Jacques Villeneuve é apenas uma situação que não condiz com a sua capacidade. Worstlap sabe disso e por isso publica este desagravo a este jovem campeão.

Nota

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Worstlap não é sem noção como alguns estandartes do humor nacional. Por isso mesmo, não faz piadas sobre a mola solta de Rubens Barrichello.

Afinal, Barrichello pode ser um piloto sem noção e ter alguns parafusos soltos -principalmente no fusível da língua. Mas não há notícia de que isso afete o seu carro. E daí até culpar o eterno brasileirinho, que tem lutado arduamente nestes últimos 17 anos contra este mundo cruel, Worstlap sabe que é um exagero.

Preview – GP da Hungria

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Neste final de semana teremos o GP da Hungria. E já que todo mundo dá pitacos sobre o que acontecerá na pista de Mogyorod, Worstlap não poderia perder a chance de fazer o mesmo, não é? Felizmente Worstlap não tem que se preocupar com os números da audiência, então pode escrever a verdade com toda a isenção que lhe cabe.

Worstlap curte um clichê. Por isso mesmo, vai abre o seu texto com um. Você vai ler e ouvir por aí que a Hungria é um país que fez parte da cortina de ferro da ex-União Soviética. E Bernie Ecclestone, há 23 anos -em 1986-, decidiu que a Hungria poderia ser um lugar legal para fazer propaganda, apesar dos húngaros ainda viverem sob o regime comunista naquela época.

Faz tempo. Três pilotos que largarão neste domingo não tinham sequer nascido naquela época. E pelo menos mais cinco não tinham completado dois anos de idade naquela tarde. E muita coisa mudou. Como o próprio comunismo, que não existe mais. Agora as moças húngaras estão menos contidas também [aaah... Rita Faltoyano... - o editor].

Muito bem, mas algumas coisas não mudaram. Teremos neste final de semana no Hungaroring uma das corridas mais chatas do ano. Afinal, a mistura de sol, calor e corrida de Fórmula 1 na Hungria invariavelmente provoca este efeito colateral na etapa da categoria naquele país. Não é o único lugar do mundo, que fique claro. O GP da Espanha também é chato pra dedéu. Mas como os europeus orientais são sempre discriminados naquele continente, então sobra para os húngaros carregarem a cruz.

Hungaroring é uma das pistas mais estreitas da Fórmula 1, suas retas são curtas e as curvas fechadas se sucedem num ritmo alucinante. Por isso mesmo, está longe de ser assim uma Malásia. Agora, no quesito calor, os húngaros podem se orgulhar da semelhança. E nem correm o risco de acabarem a corrida embaixo d’água, como acontece na pista asiática.

Alguns pilotos até dizem que é divertido pilotar lá. Mas assistir provas não é dos programas mais divertidos. Deve ser como o futebol de salão. É bom de jogar, mas um saco para assistir. Às vezes, dá um azar e acontece uma chuva, ou uma corrida legal. Mas é bem raro.

É a chance da Brawn mostrar que, no calor, com pista seca, os carros brancos ainda dão um caldo. É, também, a chance de Ross Brawn deixar Rubens Barrichello vencer uma prova neste ano, sob o risco de ser obrigado a ouvir mais desaforos do linguarudo veterano piloto brasileiro. Como todos sabemos, o piloto da equipe na briga pelo título é Jenson Button. Mas, Worstlap é tão brasileira quanto Rubinho, não desiste nunca, e por isso diz que existe a chance disso acontecer [apesar sabermos que, no final, isso não vai acontecer - o editor].

Se não derem o tal do caldo, a Red Bull pode vencer. E, se isso acontecer, a equipe dos touros vermelhos vai virar a grande favorita ao título, mesmo os seus pilotos estando a mais de 20 pontos de Button. Não é impossível, se considerarmos que a Red Bull estaria superando a Brawn no terreno em que ela estaria se dando melhor neste ano.

Porém, a maior surpresa seria se alguma outra equipe vencesse. E as zebras tem marcado a etapa húngara nos últimos anos. Aconteceu no ano passado, quando Heikki Kovalainen foi o vencedor. E também nos anos anteriores, quando Fernando Alonso fechou Lewis Hamilton nos boxes em 2007 e Jenson Button conquistou a única vitória da carreira dele até o começo deste ano em 2006. Não que seja esperada uma surpresa [hein? - o editor]. Mas nomes como Lewis Hamilton, Felipe Massa, Kimi Raikkonen, ou algum outro, também pode aparecer correndo pela raia externa. E, se acontecer, será uma surpresa bem vinda, numa temporada que está ficando marcada pela previsibilidade [puxa! escreveu bonito, agora - o editor].

Elevador #4

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Ficou atrasada a publicação do Elevador da semana passada. Semana de GP da Alemanha.

Sobe

Mark Webber

Ok. O cara demorou 130 GPs para largar na pole e vencer uma corrida. Nem o Rubinho demorou tanto para conseguir tal feito. Mas o que importa é que ele conseguiu, não é mesmo?

Red Bull

Que fez barba, cabelo e bigode de novo um final de semana com frio. Dietrich Masteschitz deve ter pago a São Pedro para deixar o tempo a caráter para os seus carros.

Adrian Sutil

Que fez uma ótima classificação -levando uma Force India para a luta do chefão da classificação. E que fazia uma grande prova até a metade da prova.

Lewis Hamilton

Que fez uma ótima classificação -levando uma Mclaren para a luta do chefão da classificação. E que fazia uma grande prova até… a primeira curva da corrida.

Desce

Rubens Barrichello

Que fez uma ótima classificação -levando uma Brawn para a primeira fila na classificação. E que fazia uma grande prova até… [ahá! bonito, hein? copiando e colando texto?  - o editor]. Bom, fez uma boa prova até se enrolar atrás de Felipe Massa.

Brawn

Que parecia uma Toyota da vida em Nurburgring. Com ritmo ruim durante todo o final de semana, graças aos pneus. E, para completar, complicou a vida de Rubens Barrichello na segunda parada do brasileiro, ao se enrolar no reabastecimento.

Pausa

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Worstlap é um informativo respeitoso. Acha que é engraçado, mas tem -um pouco de- bom senso. Por isso mesmo, ficou parado por alguns dias.

Fica a homenagem a Henry Surtees e a Flavio Guglielmini, que perderam a vida fazendo aquilo que gostavam. E também fica a torcida a Brian Lavio.

Mas voltaremos. Até lá.

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